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terça-feira, 29 de março de 2022
ÓSCARES 2022 – O Ano da Chapada
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
PRÉMIOS TOMÉ 2021: OS MELHORES EM CINEMA
Em 2021 o COVID continuou, directa ou indirectamente, a afectar as nossas vidas e ainda estamos a aprender a viver com o mesmo e com as suas consequências, entre elas o acesso, por vezes complicado, às salas de cinema.
Felizmente, as ofertas nos serviços de streaming (Netflix, HBO, Disney, Amazon Prime, etc) vão crescendo em quantidade e, mais importante, qualidade. Por vezes com filmes mais interessantes do que muitos dos que chegaram às salas de cinema de Lisboa.
Assim, tal como já aconteceu no ano anterior, a minha política de escolha dos melhores do ano, inclui não só as estreias nos cinemas, mas também os filmes que estrearam em streaming e nos clubes de vídeo durante o ano, e que eu tenha visto.
Em relação ao circuito comercial das salas de cinema em Lisboa cidade, estrearam 207 filmes de ficção. Como devem calcular, não os vi todos e muitos nem sequer me chamaram a atenção, fiquei-me por cerca de 25%.
Assim, deixo-vos aqui os PRÉMIOS TOMÉ (os meus Óscares pessoais), bem como a lista dos meus 12 filmes preferidos (por ordem de preferência).
O filme mais distinguido é LAST NIGHT IN SOHO com 6 prémios, seguido de CRUELLA, DON'T LOOK UP e THE FRENCH DISPATCH com 4 prémios, THE POWER OF THE DOG com 3 prémios e, com 2 prémios: THE SUICIDE SQUAD e THE MAURITANIAN.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
THE SKULL AWARDS 2021
Em 2021 continuámos a viver um cenário que pensávamos ser apenas possível nos filmes de ficção-cientifica. Mas a porra do COVID parece que veio para ficar e temos mesmo que aprender a viver com o mesmo.
Este é o segundo ano que, ao fazer as minhas escolhas cinéfilas, não incluo apenas as estreias no circuito comercial dos cinemas de Lisboa, mas também os filmes que estrearam nos serviços de streaming e nos clubes de vídeo do MEO e afins. Como é óbvio, só contam os filmes que vi.
Em relação ao circuito comercial das salas de cinema de Lisboa, contei 37 estreias que, para mim, se englobam nos géneros Terror, Ficção Científica e Fantástico/Fantasia. Dessas estreias vi 25, cerca de 68%. Às 37 estreias que menciono, junto mais 14 filmes que ficaram disponíveis nos serviços de streaming ou clubes de vídeo
O filme mais distinguido é LAST NIGHT IN SOHO com 7 prémios, seguido de DUNE com 3 prémios e THE SUICIDE SQUAD, SAINT-MAUD e NO ONE GETS OUT ALIVE com 2 prémios.
quarta-feira, 22 de setembro de 2021
A PROPÓSiTO DO MOTELX
Não me recordo com que idade é que comecei a gostar de cinema, mas não me lembro de nenhuma altura na minha vida em que o cinema não fizesse parte de mim. Depressa me apaixonei por dois géneros específicos, ambos de puro escape, o Musical (culpa das matinés televisas com o Fred Astaire e a Ginger Rogers) e o Terror (a culpa foi dos contos de fadas originais, pré Disney). É sobre este último género que me vou hoje debruçar.
Não tenho a certeza se O FILHO DE DRÁCULA foi o primeiro filme do género que vi, mas é o primeiro de que me recordo de ver na televisão. ABBOTT E COSTELLO E OS MONSTROS, visto em 1975 no cinema Caleidoscópio, tinha então 11 anos, abriu-me a porta do género no cinema e, uns meses depois, vi o meu primeiro filme de terror “adulto” numa sessão da meia-noite, A IMAGEM DO MEDO (A Reflection of Fear) era o seu título e confesso que me meteu mesmo medo.
Depressa me tornei um ávido fã do género, vendo todos os filmes que podia. Sem clubes de vídeo nem internet, era aproveitar o que aparecia nos cinemas ou na televisão. Infelizmente o género não tinha grande divulgação por cá e eu “babava-me” a ler a revista “Famous Monsters” e mais tarde a “Fangoria”. Ouvia rumores de que em Paris e noutras cidades existiam salas de cinema especializadas no género e sonhava que um dia existisse uma dessas em Lisboa (o extinto Xenon foi quase isso).
Claro que a existência do Fantasporto, me fez sonhar que um dia seria possível ter um festival do género em Lisboa e, eis que em 2007, aparece o MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa. Sim, leram bem, Cinema de Terror. Não é fantástico, a designação é mesmo “terror”!
Infelizmente, nos últimos anos deste Festival, o cinema de terror anda a ceder demasiado espaço a thrillers, dramas negros e como resultado este ano só fui ver dois filmes. Não há falta de filmes de terror, por isso por que razão se inaugurou a edição deste ano com o THE GREEN KNIGHT? Percebo que seja importante exibir cinema português, mas o que é que os filmes 20,3 PURGATÓRIO e INFERNO têm a ver com o género?
Também compreendo que os filmes que concorrem ao Prémio MotelX – Melhor Longa de Terror Europeia / Méliès d’argent, não sejam propriamente de terror. O Golden Méliès for Best European Fantastic Film é, como o nome diz, para cinema fantástico e não exclusivo para cinema de terror.
“Para mim, um elemento de fantasia é essencial para um verdadeiro filme de terror: o impossível em vez do improvável. O vampiro, o lobisomem, os mortos-vivos e os monstros criados pelos homens – estes são os heróis do cinema de terror e não os inquilinos, os estripadores e os psicopatas encapuçados”.
Talvez as suas palavras me tenham influenciado, pois concordo quase na totalidade com a sua afirmação e adoro tudo o que tenha a ver com o sobrenatural. Mas ao contrário dele, para mim os psicopatas também fazem parte do género que amo, o Terror.
Bem, espero que para o ano, o Terror volte em força ao MOTELX! Nós os fãs do género aguardamos ansiosamente pelo seu regresso!
Texto © Jorge Tomé Santos / 21.09.2021
sábado, 9 de janeiro de 2021
PRÉMIOS TOMÉ 2020: OS MELHORES EM CINEMA
2020 foi talvez o ano mais estranho que, quase todos nós, vivemos. A culpa foi do COVID e das suas terríveis consequências na vida de todos nós.
Falando do assunto que aqui me traz, cinema, tudo foi diferente. As salas de cinema fecharam as suas portas durante semanas e, quando reabriram, foi a meio gás; isto levou a que o número de estreias diminuísse consideravelmente e o interesse das mesmas também. Valeu-nos os serviços de streaming (Netflix, HBO, Disney, etc) que ganharam adeptos e nos ofereceram uma grande variedade de filmes; bem como os clubes de vídeo do MEO, NOS, Vodafone e outras.
Tudo isto levou-me a alterar a minha política de escolha dos melhores do ano. Em vez de me restringir apenas às estreias nas salas de cinema, decidi abrir o leque e incluir os filmes que estrearam em streaming e nos clubes de vídeo durante o ano de 2020 e, claro, que eu tenha visto.
Em relação ao circuito comercial das salas de cinema em Lisboa cidade, estrearam 224 filmes de ficção. Como devem calcular, não os vi todos e muitos nem sequer me chamaram a atenção, fiquei-me por 28%.
Assim, deixo-vos aqui os PRÉMIOS TOMÉ (os meus Óscares pessoais), bem como a lista dos meus 12 filmes preferidos (por ordem de preferência).
O filme mais distinguido é UNE SIRÈNE À PARIS de Mathias Malzieu com 7 prémios, seguido de 1917 de Sam Mendes com 6 prémios, MISS de Ruben Alves com 4 prémios e, com 2 prémios: ÉTÉ 85 de François Ozon, ORDEM MORAL de Mário Barroso e SOUL de Peter Docter & Kemp Powers
Para além desta lista, também podem consultar os meus SKULL AWARDS 2020.
OS MEUS 12 FILMES PREFERIDOS DE 2020























